Uncharted 3: Drake’s Deception

Toda aventura épica tem que chegar ao fim. Ótimos exemplos de trilogias desde os anos 70  tem chegado aos nossos olhos e ouvidos causando o mais tipo variado de emoções. Esta se trata de um homem com espírito (e atitude) de aventureiro, que tem uma inteligência fora do comum para desvendar mitos sobre tesouros nunca achados, cidades perdidas, se baseando nas pistas que o seu antepassado com mesmo sobrenome, Sir Francis Drake.

Uncharted 3 é essa conclusão a essa mistura do charme de Indiana Jones, a sede de aventura de Tomb Raider, e o humor do protagonista de A Múmia. Tudo o que melhorou nos dois primeiros jogos, melhorou exponencialmente no título em discussão.

A história volta às origens, focando no anel que Drake sempre carregou no pescoço, que tem a inscrição “Sic Parvis Magna” que significa “Grandeza de pequenos começos.” Além de introduzir a nova vilã Katherine Marlowe, que, ao contrário dos anteriores, é um vilão muito mais psicológico, apelando bastante para “Mind Games” com Nate.

Do momento que a música entra sincronizada com o título, até os créditos rolarem, Uncharted 3 é uma experiência imprevisível, com muitas reviravoltas no enredo, nunca pensei que iria ter um final satisfatório, por ser difícil conseguir sincronizar cenas de ação de tirar o fôlego com uma história bem intrincada. Naughty Dog, a empresa produtora cumpre tal tarefa graciosamente.

O jogo logo de começo engaja o jogador em uma briga de bar, apresentando as grandes melhorias no sistema de briga mano-a-mano. Os personagens realmente interagem como se estivessem em uma briga de verdade, dando um ar cinemático, e ainda por cima as brigas tem algo chamado “contexto”, um conceito simples, que consiste em, por exemplo, quando os lutadores estiverem perto de uma mesa, existe a oportunidade de empurrá-lo sobre ela e começar a dar socos sem pena. Nunca vi algum jogo executar tão fluidamente tal atributo quanto Uncharted 3.

Uncharted não saiu da rotina (não tão rotineira assim) de escalar, pular buracos, fugir, e perseguir, tudo isso sendo quase que constantemente impedido por inimigos mais ou menos difíceis, que Nathan sempre arranja um jeito de passar por eles engenhosamente.

Os tiroteios, quando achava-se que não se podia melhorá-los, Naughty Dog conseguiu. A nova habilidade de jogar granadas de volta adiciona bastante à criatividade do jogo, mesmo sendo  levemente difícil executar tal tarefa. Além dos tiroteios verticais, que interrompem alguma subida de parede do nosso herói para ver algumas cenas hilárias de alguns capangas caindo e gritando.

Quando Terminada a história, o jogo ainda não acabou. Ainda há o multiplayer. Este apela para os velhos e bons modos de jogo que qualquer jogo de tiro tem, dando-os um toque de uncharted. No maior estilo Call of Duty, os novatos começam com armas medíocres e sem muita precisão, e conforme se matam outros jogadores, ou se ganha um partida, o jogador ganha pontos de experiência, aumentando seu nível e liberando armas cada vez melhores. Para evitar a injustiça de jogadores novatos, o jogo tem um sistema de fazer jogos com jogadores de ranks parecidos, com no máximo 5 níveis de diferença. Dando a oportunidade a todos de avançar no jogo e se divertir. O modo multiplayer conta também com modos originais, como Chain Reaction, sob o qual um time deve dominar territórios em uma certa ordem para ganhar um ponto por segundo por território dominado.

Não há nada mais para adicionar se eu não contar a história, fica por conta do leitor comprar o jogo e ter a ótima experiência que Uncharted 3: Drake’s Deception oferece, seja emocional, cinemática, ou para simples entretenimento.

Avaliando…

Por ter mantido tudo que era bom e adicionado ainda mais à experiência, a veterana Naughty Dog, autora de grandes jogos desde o playstation 1 está de parabéns por essa franquia que, mesmo sendo nova, nos traz um sentimento de nostalgia em relação a alguns filmes e jogos.

Apresentação leva um 9.0 por melhorar os gráficos (e eu ali achando que não poderia mais) Manter a interface simples e intuitiva, sem interferir na experiência.

Gameplay: 9.5, Por adicionar mais fatores que tornam mais divertido e fluido o jogo, como os mencionados contexto de luta, jogar de volta granadas, sem contar que não tem como diferenciar tão facilmente quando é uma cutscene e uma parte em que está sobre controle do personagem, que é na maioria do tempo, a propósito. Isso é positivo, pelo fator imersão.

Veredito: 9! Uncharted 3: Drake’s Deception é um épico, contando uma história de modo fluido, extremamente interativo (como se espera de um jogo), criando laços emocionais. A jogabilidade só melhora, com controles simples, intuitivos e de rápida resposta. A única coisa que eu poderia ter contra esse jogo, ainda que relutantemente, seriam alguns bugs no movimento do personagem, que não afetam o gameplay, mas o visual do jogo.

Aí está! 3 anos depois do último post, eu decido postar uma review atrasada.

 

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Uncharted: A Série (de Jogos)

Desde que obtive um Playstation 3, tive curiosidade de ver e jogar esta série, e, após uma série de fatos preços aleatórios baixos, obtive os dois títulos da série Uncharted: 1: Drake’s Fortune e 2: Among Thieves. Este será um post duplo, no qual farei a resenha dos dois títulos separadamente, pois há uma imensa discrepância entre o original e sua continuação.

Naughty Dog, a empresa responsável por títulos altamente divertidos e renomados, como Crash Bandicoot, resolveu desafiar-se e começar uma franquia de jogos mais realistas, sérios. Daí sai a ideia de Uncharted: Drake’s Fortune que conta a história de um arqueólogo,  Nathan Drake, suposto decendente de Sir Francis Drake (um homem que realmente existiu, e que que na realidade não teve filhos: http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Drake)  que parece ter finalmente achado as pistas finais para achar o tesouro que sempre procurou.(não se preocupe, sem spoilers)

Os gráficos do jogo não são os melhores, pois ele foi lançado em 2007, Pouco depois do lançamento do Playstation 3 , logo, não conheciam todo o poder de processamento que o sistema tinha. Outra porque, como era apenas uma tentativa de conceito novo, os produtores não tiveram muito tempo para elaborá-lo. Como exemplo, a animação para explosões, é um sprite. só um. isso me deixou desconfortável ao perceber que a animação para uma granada explodindo era a mesma que para um carro.

As animações, tanto as de dentro do jogo quanto as das cutscenes, são muito realistas, baseadas em MoCap, deixando o jogo muito mais “humano”, e por humano, eu digo que é possível criar um laço afetivo com os personagens. Assim como muitas pessoas se sentem ao assistir um filme.

Senti-me confortável com o gameplay, bastante parecido com alguns jogos de 3ª pessoa que já joguei, também existe a liberdade da câmera, que deixa o jogador admirar os ótimos cenários e vistas que o jogo oferece como arte. Os tiroteios são difíceis, por menor que esteja selecionada a dificuldade, o sistema de mira é ineficiente, que contrasta com o sistema de cobertura, que se torna prático assim que se pega o jeito.

Enquanto jogava, percebi influências de vários jogos ótimos, como Tomb Raider, por exemplo. O personagem só muda por não ser uma mulher, e não ser milionário. O fato de ser um saqueador de tumbas que encontra tesouros relacionados a grandes mistérios da história salta aos olhos de qualquer um que já tenha jogado TR. Embora isso não tenha prejudicado em nada a história do jogo, esta não é das melhores. O jogo passa muito tempo introduzindo a história, chegando a um ponto estático, e quando chega ao final, há aquela overdose de informações. Outra influência explícita é Indiana Jones, por ser um homem que em situações de perigo tem ideias engenhosas e que dão certo com uma pitada de sorte.

Daí a minha nota: 6.8. Apesar de ter sido uma ótima tentativa da pioneira Naughty Dog de começar uma franquia, ele (o jogo) só fez sucesso pelos aspectos técnicos que envolviam os gráficos , texturas, e iluminação. Mesmo assim, para quem gosta de tiroteios a cada curva, além de platforming muito divertido e criativo, recomendo.

Uncharted 2: Among Thieves é outra história. Gostei de ver como a previamente mencionada Naughty Dog soube perceber os defeitos do primeiro jogo e continuar com uma história quase que completamente independente do predecessor, e além disso, colocar o modo Multiplayer Online para o jogo não “se gastar” ao acabá-lo completamente.

No primeiro jogo, a história era sobre Nathan Drake, seu ascendente e seus tesouros. Neste, é sobre o famoso navegador europeu chamado Marco Polo. Uma pequena aula de história: Marco Polo sai da China com 600 passageiros e 14 navios. Ele chega na pérsia com apenas 1 navio e 18 passageiros. Nessa continuação, nosso herói, Nathan procura pela frota destes 13 navios perdidos de Marco Polo.

Se eu disse que o primeiro jogo era “Humano”, este é mais ainda. as animações de rosto, corpo, a dublagem, tudo muito bem feito, para que esse laço afetivo com os personagens aconteça.

Como essa continuação foi lançada bem depois, os produtores já tinham uma ótima noção do potencial de sua (poderosíssima) máquina chamada PS3. Usaram todas as ferramentas disponíveis, tornaram mais complexo o sistema de animação, entre outros.

No gameplay, o sistema de combate corpo a corpo, que já existia no primeiro jogo, foi melhorado, os tiroteios ficaram mais justos, mas ainda muito desafiantes e divertidos, muito mais platforming, este sendo muito mais emocionante e desafiador também, enfim. Absolutamente TUDO foi melhorado para resgatar o mau resultado que foi o primeiro jogo da franquia. Não há muito o que dizer, quando eu digo que tudo, incluindo história e gráficos mudaram para que houvesse esse estouro que foi Uncharted 2.

É interessante ver como exatamente a mesma ideia pode ser executada de duas formas completamente diferentes, e obter resultados igualmente contrastantes.

Sem comentários: 9.5. (porque nada nem ninguém é perfeito)

Aqui estão os trailers dos dois jogos, em ordem, e mais um extra, que é o trailer do Uncharted 3: Drake’s Deception. Que lança no dia 11 de novembro deste ano (2011)

Obrigado por Acessarem e lerem meu blog. Assim que adquirir um novo título para jogar, a review cai aqui também. Até lá.

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Filmes de Terror

Criei o hábito de baixar filmes em geral, e algo me disse pra baixar um filme de terror. Depois percebi que gosto de ver como a criatividade dos roteiristas e diretores na composição do filme é executada na arte pronta. Admiro a coragem de certos produtores pararem e dizerem “Vamos Fazer um filme apavorante”. Acho que é um dos gêneros mais difíceis de se fazer um filme bom, (senão o mais difícil) pois é necessário saber o que causa temor nas pessoas.

Mas nem todas as pessoas consideram assustar-se como um tipo de entretenimento, e isso restringe a um público alvo menor que o da maioria dos filmes,  esses espectadores, fãs do horror, sempre esperam que algo novo e mais apavorante a cada filme que assistem

É necessário também saber vários simbolismos, significados etc. Justamente, a palavra Monstro, deriva do Latim, “Monstrum”, que significa “demonstrar” e ao mesmo tempo, “Aviso”. Achei muito interessante essa palavra ter tal significado, pois indica que o monstro, é uma figura criada pelo homem que mostra algum temor do ser humano.

Vou Exemplificar: O zumbi. Aquela criatura débil, de aparência pútrida, desesperada apenas para responder ao instinto mais primitivo: alimentação. Tenho certeza não ser o único a ter medo da morte, e justamente, a podridão no corpo deste revela o medo pela fragilidade do corpo humano, de ter alguma doença relacionada à esta. A falta de inteligência (ao menos inteligência própria) da criatura não deixa de ser outro fator demonstrativo. (quem não tem medo de perder a sanidade, ou a inteligência?).

Embora estes “demonstradores” parecerem ser muito fáceis de ser criados, a equipe especializada em fazer isso passa por maus bocados para ter uma ideia decente e que não seja ridicularizada por algum crítico de cinema.

Um bom monstro em um roteiro horrível não adianta nada. Os roteiristas têm um papel muito importante em passar as ideias de sustos para o papel, com uma história no mínimo plausível, para os diretores adicionarem a adrenalina e suspense à historia.

Essa dificuldade em fazer filmes de terror é tão popular e comum que existe um gênero à parte para esse tipo de filme: Terror Trash. Provavelmente um dos gêneros com menos dignidade de todo o mundo do cinema, é a prova concreta que filmes que querem assustar nem sempre conseguem cumprir sua tarefa, e acabam fazendo exatamente o contrário: levar risadas ao público.

Enfim, é óbvia a dificuldade em fazer um bom roteiro do gênero sem desagradar o público, e quando estes são bons, se mantém como base para uma geração de filmes de terror.

Gostaria de deixá-los com uma enquete: 

Por Favor, Respondam à enquete e comentem o post. Falarei sobre o resultado no próximo post

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Jim Noir

Pela trilha sonora do jogo Little Big Planet, não só eu como vários que já o jogaram, conheceram esse artista pela música “My patch”. Infelizmente, para muitas pessoas, ele se tornou um artista de uma música só, e quando o mencionamos, o primeiro assunto é tal música. (assim como “The White Stripes”, onde o assunto[música] recorrente é “Seven Nation Army”) Farei uma crítica sobre o artista, que é um dos meus preferidos.

Jim Noir é um músico indie britânico tem uma “mania” por harmonias intrincadas e com camadas densas e uma delicadeza familiar. Como ele é cantor, compositor e produtor, é notável o carinho, ou – atrevo-me a dizer – amor às suas músicas.

Jim demonstra inocência infantil desde a sua aparência, até as letras.

As Músicas

“All Right” faz barulhinhos e “bleeps” como se fosse a fase da estrela de Super Mario Bros, “What U gonna do” Tem um compasso de como se fossem monges em instrumentos de brinquedo, e assim sucessivamente. Isso é definitivamente música psicodélica, brincalhona, que me deixa espantado da inocência angelical que as letras nos proporcionam. Elas retratam a possibilidade de mudar o cotidiano, entre outros temas. como por exemplo, a letra de “Same Place Holiday”, que fala sobre um filho revoltado sobre quando a família sai de férias, vai para sempre o mesmo lugar, e acontecem sempre as mesmas coisas.

Ainda que repetitivas, as letras são criativas e melodiosas. Sinceramente, acho esse fato bom, pelas letras serem fáceis de memorizar, na segunda vez que se ouve as letras, com uma pequena base de inglês, é fácil e agradável de cantar junto.

Prezo em um artista, independente do seu ramo, seja pintura, a música propriamente dita ou qualquer outro, sua criatividade e inventividade juntos ao esforço. Noto todos estes executados com simplicidade no trabalho de Jim.

Enfim, Recomendo aos admiradores da fase psicodélica dos Beatles que já enjoaram de ouvir sempre as mesmas músicas. (embora eu me demonstre incapaz de fazer isso)

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Little Big Planet

Esse é o Sackboy. Você pode vestí-lo desde uma noiva até um astronauta

Aos Frequentadores (não muitos), peço desculpas à falta de posts, a escola e os estudos realmente dominam a vida de uma pessoa. A Resenha de jogo de hoje será um jogo exclusivo para PS3: Little Big Planet

O jogo não tem muita história, apenas o que eu chamo de “desculpa” para haver jogo, mas isso não afeta a ótima diversão que o jogo oferece. Você é um SackBoy, personagem aparentemente feito de tecido que é adaptável dos pés à cabeça, com a habilidade apenas de pular e agarrar-se a objetos.

O jogo é do estilo Platformer, (e eu pensando que nunca mais fariam jogos bons do estilo) com um pequeno diferencial: Física. Os objetos interagem perfeitamente, como se cada material fosse o que é na realidade. Enquanto o jogo passa, vão sendo apresentadas mais e mais ferramentas e habilidades do nosso protagonista.

A interface é igualmente simples, por exemplo: Durante o jogo, você pode abrir um menu chamado PopIt, que, como um balão, sai da mão do SackBoy e apresenta ferramentas rápidas que podem ser usadas inclusive no gameplay. Adesivos e decorações são um ótimo exemplo disso, eles podem ser colocados em qualquer lugar de qualquer nível.

A frase de um amigo meu enquanto jogava a demo do jogo resume o que estou para dizer agora: “Eu nunca me diverti tanto em um jogo de videogame”. O jogo é uma injeção de diversão na veia, o conceito de Coopetição (Cooperação com competição. O termo foi mencionado em inglês pelos produtores na apresentação do jogo) funcionou muito bem e ajuda a  estimular o senso de diversão.

A trilha sonora é basicamente constituída por cantores ‘Indie’, mas não deixa de ser boa e acompanhar o ritmo que o jogo tem.

Literalmente TONELADAS de conteúdo adicional, fazendo referência a outros jogos para PS3 e outros temas.(sim, existe uma roupa do Sackboy de Kratos [GOW])

O jogo também conta com um editor e construtor de fases, que possui todas as ferramentas necessárias par construir fases tão boas quanto as que já tem no modo missão. Com esse editor, as milhares de pessoas da comunidade fazem níveis à altura e até melhores que os originais, o que te estimula a relacionar-se e jogar online com a imensa comunidade de Little Big Planet, que já tem mais de 1 milhão e meio de fases feitas e publicadas.

Concluindo:

  • Apresentação – 10: Os menus são simples, adaptáveis e fáceis de achar o que queremos. Por ser muito conteúdo, (adesivos, decorações, roupas, etc.) achei que o menu seria difícil de mexer, mas depois que vi que podemos fazer uma sessão de objetos favoritos, mudei de ideia. Os gráficos são bons, considerando que o jogo foi feito em 2009, os efeitos de iluminação, sombreamento e principalmente textura são muito bem feitos.
  • Jogabilidade : O jogo não é só um platformer com física, várias fases feitas por usuários são minigames, instrumentos musicais, etc. Isso demonstra a infinidade de criatividade que pode ser posta no jogo. O único problema que percebi, foi no multiplayer, onde a câmera não tem critério para seguir os personagens através dos níveis. Minha sugestão seria que houvesse Split Screen, para essas ocasiões. Os Itens que o Sackboy pode usar são outra característica do jogo que me impresionou. Além de correr e pular, através desses itens, o jogador pode voar, atirar bolinhas de tinta, entre outros.
  • Enredo: Apenas pelo fato do jogo não ter um enredo em particular, não quer dizer que, criando seus próprios níveis, não possa criar a sua própria história.

É simplesmente inevitável falar na adaptabilidade do jogo em qualquer fator que se mencione. o jogo tem uma ideia revolucionária, e, parafraseando um dos próprios desenvolvedores, “Isso não é um jogo de plataforma, é uma plataforma para jogos”

Recomendo o título para qualquer pessoa que procure diversão em massa. Anota final é 9,5 porque afinal, nenhum jogo é perfeito.

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O Livro de Eli

Protagonizado por Denzel Washington, o filme retrata a jornada pós-apocalíptica de Eli, um homem meio misterioso que viaja para oeste (obcessivamente) na possessão de um livro que, segundo ele pode salvar a humanidade e, por isso ele o protege com sua vida. Nessa jornada, o herói para num vilarejo controlado por um homem (Gary Oldman) que está à procura de um livro. Após várias tentativas frustradas de seus capangas, o prefeito toma conhecimento que Eli está por perto e tem um livro. Tal livro é a ambição do Vilão.

O Filme em si é recheado de ação, lutas muito legais, tiroteios, efeitos especiais, introduz muito bem o personagem, sua história, e tem um grande desfecho inesperado.

Enfim, Nota 10 para o elenco, que está em peso numa ótima atuação, nota 9,0 para o enredo, que apesar de ser muito bem construído, mantém ocultos alguns dados que deixam o espectador meio perdido, porém, se atentar-nos aos mínimos detalhes e interpretar bem as falas e fatos, o filme acaba enviando uma ótima mensagem a todos.

Segue o Trailer da Obra:

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Dead Space

Tensão, Tripas, e Sangue. Isso que se espera do Best Seller de horror Dead Space. O jogador encarna Isaac Clarke,  (homenagem a Isaac Asimov e Arthur C. Clarke, ambos autores de Ficção científica.) um engenheiro que tem a missão de consertar a USG Ishimura, nave aparentemente japonesa, que chega a quebrar planetas inteiros (daí o nome Planet Cracker) para fins de mineração. O jogo começa com a chegada do protagonista à nave, acontece um acidente no processo de “doca” e o aprisiona, junto com seus parceiros na Ishimura. Logo todos percebem que existem monstros, os “Necromorphs” à bordo da nave. Bom, chega de Spoilers, e vamos à revisão.

A interface é revolucionária, sendo a vida, munição, e outros dados apresentados em Hologramas em tempo real, o que aumenta o senso de urgência e imersão do jogo, havendo a possibilidade de ser atacado enquanto você, por exemplo organiza o inventário, ou seleciona um item. A trilha sonora lembra muito o filme Psicose, com tons agudos de violino na hora certa, para aumentar a tensão ainda mais.

O combate e a jogabilidade são ótimos, a câmera é parecida com Resident Evil 4 e 5, Câmera “Over Shoulder”, mas existe uma exclusividade, você pode girar a câmera em volta do personagem sem virá-lo, ou seja,  ver o personagem todo, o que revela algumas manchas de sangue na parte do rosto e corpo, e mostra sua máscara, que a cada Upgrade da armadura R.I.G(Que significa: Resource Integration Gear, porém a sigla também faz um trocadilho com a palavra em inglês, Rig) fica mais legal. Quanto ao combate, quem está acostumado com tiros na cabeça, vai ter que se acostumar com o sistema de desmembramento. Além dos inimigos serem mais vulneráveis a esse modo de ataque, o jogador dispõe de armas “convertidas” a partir de ferramentas de engenheiro, a primeira arma, por exemplo, é um cortador de plasma, ferramenta amplamente usada no tempo de Clarke, para… Cortar coisas?  

A história também é ótima, cheia de conspirações, sem muitas revelações sobre o protagonista, sua personalidade é mostrada apenas em gritos, grunhidos e gestos, o único jeito que Isaac se “comunica” com o jogador é por Logs de texto, que podem ser acessados opcioalmente a cada novo objetivo dado. Um dos pontos negativos do game é a variedade de inimigos, o que o deixa um pouco rotineiro, mas não impede que Dead Space continue dando sustos.

No Walkthrough do jogo, você passará por momentos de vácuo, e de gravidade zero. No Vácuo, um contador regressivo começa, representando a quantidade de ar disponível, o que apressa muito, e ainda vem inimigos nessas partes. Na gravidade zero, é possível pular de parede para parede, graças às suas “Botas Anti Gravidade”. Ótima jogada para vir inimigos de todos os lados possíveis. Existe ainda, a possibilidade de aparecerem ambos ao mesmo tempo.

Sendo assim, Minha avaliação é:

  • Apresentação -10: por ser um jogo que realmente imerge o jogador e tem uma interface fácil de mexer, gráficos ótimos, se for em PC recomendo melhor placa de vídeo possível.
  • História – 9.5: História profunda, cheia de conspirações, porém, é preciso “cavar” demais, procurar por detalhes arduamente para ter um conhecimento maior do personagem.(sério, aparecem detalhes quase que inesperados se forem lidos todos os “Text Logs”)
  • Jogabilidade – 9.2: Controles fluidos e de fácil aprendizagem, (pelo menos na Versão PS3) Diferente de outros jogos, é possível caminhar e atirar, dá sustos, e tem a trilha sonora marcante, o combate é diferente, introduz um novo conceito de tiro, realmente , mais uma obra prima pela Electronic Arts (EA Games)
  • Veredicto – 9,5: Resumindo, O JOGO É MUITO BOM! pra quem quer uma experiência de Horror que não tinha desde os bons Resident Evil de Ps1, com ótimos gráficos e jogabilidade divertida, é altamente recomendável. Quem não gosta muito de terror, vai perder essa.

É isso, no próximo post teremos a crítica de um filme (Surpresa)

Obrigado pela leitura.

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